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	<title>Arquivo de Publicações - Lisbon Public Law</title>
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	<description>Public Law Research Centre in Lisbon</description>
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	<title>Arquivo de Publicações - Lisbon Public Law</title>
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	<item>
		<title>A interpretação a contrario e a integração de lacunas na justiça constitucional: o caso do Acórdão n.º 268/2022, do TC</title>
		<link>https://lisbonpubliclaw.pt/publicacoes/a-interpretacao-a-contrario-e-a-integracao-de-lacunas-na-justica-constitucional-o-caso-do-acordao-n-o-268-2022-do-tc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 14:01:29 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>The post <a href="https://lisbonpubliclaw.pt/publicacoes/a-interpretacao-a-contrario-e-a-integracao-de-lacunas-na-justica-constitucional-o-caso-do-acordao-n-o-268-2022-do-tc/">A interpretação a contrario e a integração de lacunas na justiça constitucional: o caso do Acórdão n.º 268/2022, do TC</a> appeared first on <a href="https://lisbonpubliclaw.pt">Lisbon Public Law</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Right to Stay and Rights while Staying &#8211; Portugal</title>
		<link>https://lisbonpubliclaw.pt/publicacoes/right-to-stay-and-rights-while-staying-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 13:34:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>The post <a href="https://lisbonpubliclaw.pt/publicacoes/right-to-stay-and-rights-while-staying-portugal/">Right to Stay and Rights while Staying &#8211; Portugal</a> appeared first on <a href="https://lisbonpubliclaw.pt">Lisbon Public Law</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>The post <a href="https://lisbonpubliclaw.pt/publicacoes/right-to-stay-and-rights-while-staying-portugal/">Right to Stay and Rights while Staying &#8211; Portugal</a> appeared first on <a href="https://lisbonpubliclaw.pt">Lisbon Public Law</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A Norma de Recepção do Direito da União Europeia na Constituição Portuguesa</title>
		<link>https://lisbonpubliclaw.pt/publicacoes/a-norma-de-recepcao-do-direito-da-uniao-europeia-na-constituicao-portuguesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 12:06:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A relação entre o Direito da União Europeia e o Direito Constitucional dos vários Estados-membros é amiúde objecto de controvérsia, não sendo Portugal uma excepção. No Acórdão n.º 422/2020, o Tribunal Constitucional esclareceu, pela primeira vez, de forma directa, como concebia tal relação. O presente trabalho propõe-se, a partir de uma perspectiva analítica, a explicar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A relação entre o Direito da União Europeia e o Direito Constitucional dos vários Estados-membros é amiúde objecto de controvérsia, não sendo Portugal uma excepção. No Acórdão n.º 422/2020, o Tribunal Constitucional esclareceu, pela primeira vez, de forma directa, como concebia tal relação. O presente trabalho propõe-se, a partir de uma perspectiva analítica, a explicar a relação entre o ordenamento jurídico da União Europeia e o ordenamento jurídico de Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Partindo do pressuposto de que estes consubstanciam dois ordenamentos originalmente independentes, a interacção entre ambos é explicada a partir do artigo 8.º, n.º 4, da Constituição Portuguesa, que determina a aplicação das normas do Direito da União Europeia quando tais normas sejam produzidas ao abrigo das competências atribuídas à União Europeia e quando se conformem com os princípios fundamentais do estado de direito democrático. É, pois, o mister desta obra problematizar os vários casos de interacção entre os dois ordenamentos, considerando estes dois pressupostos de recepção, de uma perspectiva que se procurou ser politicamente neutra, como é o apanágio do positivismo jurídico.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Chief Justice Robots: Turning the World into a Sci-Fi Scenario</title>
		<link>https://lisbonpubliclaw.pt/publicacoes/chief-justice-robots-turning-the-world-into-a-sci-fi-scenario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 12:55:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>The post <a href="https://lisbonpubliclaw.pt/publicacoes/chief-justice-robots-turning-the-world-into-a-sci-fi-scenario/">Chief Justice Robots: Turning the World into a Sci-Fi Scenario</a> appeared first on <a href="https://lisbonpubliclaw.pt">Lisbon Public Law</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>The post <a href="https://lisbonpubliclaw.pt/publicacoes/chief-justice-robots-turning-the-world-into-a-sci-fi-scenario/">Chief Justice Robots: Turning the World into a Sci-Fi Scenario</a> appeared first on <a href="https://lisbonpubliclaw.pt">Lisbon Public Law</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Contributo para a História dos Colóquios Luso-Espanhóis de Professores de Direito Administrativo (1994-2024)</title>
		<link>https://lisbonpubliclaw.pt/publicacoes/contributo-para-a-historia-dos-coloquios-luso-espanhois-de-professores-de-direito-administrativo-1994-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 11:10:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>The post <a href="https://lisbonpubliclaw.pt/publicacoes/contributo-para-a-historia-dos-coloquios-luso-espanhois-de-professores-de-direito-administrativo-1994-2024/">Contributo para a História dos Colóquios Luso-Espanhóis de Professores de Direito Administrativo (1994-2024)</a> appeared first on <a href="https://lisbonpubliclaw.pt">Lisbon Public Law</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>The post <a href="https://lisbonpubliclaw.pt/publicacoes/contributo-para-a-historia-dos-coloquios-luso-espanhois-de-professores-de-direito-administrativo-1994-2024/">Contributo para a História dos Colóquios Luso-Espanhóis de Professores de Direito Administrativo (1994-2024)</a> appeared first on <a href="https://lisbonpubliclaw.pt">Lisbon Public Law</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title> ESG e o Direito: As Areias Movediças da Responsabilização </title>
		<link>https://lisbonpubliclaw.pt/publicacoes/esg-and-the-law-the-shifting-sands-of-accountability/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 10:38:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo dos últimos quarenta anos, o quadro ESG sofreu transformações notáveis no direito societário e internacional, evoluindo de uma filantropia empresarial voluntária para um sistema estruturado pelo direito. Ainda assim, apesar da crescente pressão social, a transição das obrigações de ESG de soft law para hard law tem sido um percurso sinuoso. Neste número [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Ao longo dos últimos quarenta anos, o quadro ESG sofreu transformações notáveis no direito societário e internacional, evoluindo de uma filantropia empresarial voluntária para um sistema estruturado pelo direito. Ainda assim, apesar da crescente pressão social, a transição das obrigações de ESG de soft law para hard law tem sido um percurso sinuoso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste número especial, reunimos contributos que traçam este caminho a partir de múltiplos ângulos: a oscilação recorrente entre expansão e retração das obrigações de ESG, o peso constitucional dos compromissos de sustentabilidade no direito da UE, o hiato persistente entre a divulgação de informação e os resultados efetivos, e os limites práticos do dever de diligência em cadeias de valor complexas. Olhamos também para além do terreno habitual do direito societário do ESG, seguindo as areias movediças da responsabilização até ao espaço exterior e à inteligência artificial — duas fronteiras em que os quadros de governação permanecem fragmentados ou, simplesmente, inexistentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esperamos, assim, oferecer aos leitores um mapa mais claro do terreno que o direito do ESG atravessa atualmente.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Algumas Notas sobre os Tribunais Marítimos em Moçambique e o Direito Internacional do Mar</title>
		<link>https://lisbonpubliclaw.pt/publicacoes/algumas-notas-sobre-os-tribunais-maritimos-em-mocambique-e-o-direito-internacional-do-mar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 14:53:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sendo Moçambique um Estado costeiro, com uma extensa zona costeira de cerca de dois mil e setecentos quilómetros, a Constituição da República de Moçambique previu expressamente a possibilidade de tribunais marítimos integrarem a estrutura jurisdicional (nº 2 do artigo 222º). Em conformidade, a Lei nº 10/2022, de 7 de julho de 2022, regulou de forma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Sendo Moçambique um Estado costeiro, com uma extensa zona costeira de cerca de dois mil e setecentos quilómetros, a Constituição da República de Moçambique previu expressamente a possibilidade de tribunais marítimos integrarem a estrutura jurisdicional (nº 2 do artigo 222º). Em conformidade, a Lei nº 10/2022, de 7 de julho de 2022, regulou de forma atualizada a previsão da existência de tribunais marítimos em Moçambique. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Tendo em consideração a legislação em vigor na República de Moçambique, o presente texto avança com alguns elementos para uma adequada compreensão do enquadramento jurídico-internacional pelo Direito Internacional do Mar do exercício de jurisdição pelos tribunais marítimos moçambicanos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Nestes termos, trata sucessivamente da distinção entre Direito Internacional do Mar e Direito Marítimo, das fontes do Direito Internacional do Mar como parte integrante do ordenamento jurídico de Moçambique, do estatuto jurídico das zonas marítimas que integram o espaço marítimo da República de Moçambique e da previsão de crimes marítimos e de contravenções marítimas em Moçambique. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Sendo bastante diversificadas as fontes do ordenamento jurídico moçambicano que os tribunais marítimos devem ter em consideração quando estão a apreciar comportamentos que podem ser potencialmente qualificados como crimes marítimos ou como contravenções marítimas no âmbito do espaço marítimo nacional de Moçambique, a tarefa dos tribunais marítimos moçambicanos aparenta ser particularmente espinhosa na sua seleção, interpretação e aplicação.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A criação de um regime jurídico-internacional para o enquadramento da subida do nível do mar</title>
		<link>https://lisbonpubliclaw.pt/publicacoes/a-criacao-de-um-regime-juridico-internacional-para-o-enquadramento-da-subida-do-nivel-do-mar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 14:29:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A criação de um regime jurídico-internacional para o enquadramento da subida do nível do mar é um excelente exemplo da relevância do Direito Internacional e do seu progressivo desenvolvimento. Trata-se de uma questão que apenas recentemente passou a ocupar os jus-internacionalistas em termos de debate académico e onde a prática internacional é, simultaneamente, indutora de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A criação de um regime jurídico-internacional para o enquadramento da subida do nível do mar é um excelente exemplo da relevância do Direito Internacional e do seu progressivo desenvolvimento. Trata-se de uma questão que apenas recentemente passou a ocupar os jus-internacionalistas em termos de debate académico e onde a prática internacional é, simultaneamente, indutora de reflexão doutrinal e o resultado dos contributos doutrinais que têm vindo a ser produzidos nas três últimas décadas. A consciência da existência de problemas jurídico–internacionais provocados pela subida do nível do marlevou a que as diversas matérias relacionadas com este tema começassem a ser objeto de análise e de investigação pela doutrina jus–internacional, com destaque para os resultados das reflexões de dois comités da Associação de Direito Internacional, e de uma discussão de natureza intergovernamental fundada nos trabalhos que estão a ser desenvolvidos sobre o tema no âmbito da Comissão de Direito Internacional da Organização das Nações Unidas. De entre as várias questões jurídico–internacionais relacionadas com a subida do nível do mar, é dada particular atenção neste texto duas matérias: por um lado, a discussão sobre permanência ou a mutabilidade das linhas de base em resultado de alterações do território terrestre do Estado costeiro provocadas pelo aumento do nível do mar e, por outro lado, o debate sobre a necessidade da criação de um regime jurídico–internacional específico para as movimentações de pessoas provocadas pelo aumento do nível do mar.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Business and Human Rights in Conflit-Affected Areas</title>
		<link>https://lisbonpubliclaw.pt/publicacoes/business-and-human-rights-in-conflit-affected-areas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 12:26:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As empresas podem influenciar a vida das comunidades de formas tanto positivas como negativas. Por um lado, podem contribuir para o desenvolvimento dos processos de globalização, criar emprego e promover a prosperidade económica. Por outro, podem violar direitos e liberdades fundamentais, gerar conflitos com as comunidades locais em torno dos direitos sobre a terra ou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As empresas podem influenciar a vida das comunidades de formas tanto positivas como negativas. Por um lado, podem contribuir para o desenvolvimento dos processos de globalização, criar emprego e promover a prosperidade económica. Por outro, podem violar direitos e liberdades fundamentais, gerar conflitos com as comunidades locais em torno dos direitos sobre a terra ou da exploração de recursos naturais, ou ainda apoiar grupos extremistas ou regimes ditatoriais para obter benefícios económicos adicionais. Para ajudar as empresas a navegar em contextos operacionais complexos, as Nações Unidas adotaram os Princípios Orientadores sobre Empresas e Direitos Humanos, que afirmam a responsabilidade das empresas de respeitar os direitos humanos e de realizar processos de diligência devida em matéria de direitos humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, a atividade empresarial torna-se ainda mais complexa quando decorre em zonas afetadas por conflitos. Este livro analisa a forma como as empresas podem contribuir para violações dos direitos humanos e do ambiente em áreas afetadas por conflitos ou de elevado risco. A obra questiona a ideia, frequentemente invocada pelas empresas, de que é possível manter uma posição de neutralidade em zonas de conflito, defendendo, pelo contrário, que a sua presença e atividade influenciam inevitavelmente a dinâmica dos conflitos e podem contribuir para violações dos direitos humanos, incluindo crimes de guerra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No centro da análise está o conceito de diligência devida reforçada em matéria de direitos humanos, que exige que as empresas avaliem não apenas os impactos diretos da sua atividade sobre os direitos humanos, mas também analisem o contexto do conflito através de uma abordagem sensível ao conflito, de modo a compreender de que forma podem contribuir para a sua evolução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo integra ainda o Direito Internacional Humanitário no quadro das empresas e dos direitos humanos, sublinhando que as empresas que operam em zonas de conflito devem conhecer e respeitar este ramo do Direito. A violação das suas normas pode dar origem a responsabilidade civil ou penal, incluindo a responsabilização criminal de administradores e dirigentes empresariais ao abrigo do direito penal internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Através de estudos de caso detalhados — desde industriais envolvidos na Segunda Guerra Mundial até exemplos contemporâneos, como Lafarge, Lundin e Amesys —, o livro demonstra de que forma as empresas têm vindo a ser responsabilizadas por violações dos direitos humanos em contextos de conflito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra conclui destacando a importância da adoção de um tratado internacional vinculativo sobre empresas e direitos humanos e defendendo a necessidade de orientações mais claras para a atividade empresarial em conflitos armados. Sublinha, por fim, que uma conduta empresarial responsável nestes contextos não constitui apenas um imperativo ético, mas também uma necessidade estratégica para as empresas que pretendem evitar riscos reputacionais, operacionais e de responsabilidade jurídica.</p>
<p>The post <a href="https://lisbonpubliclaw.pt/publicacoes/business-and-human-rights-in-conflit-affected-areas/">Business and Human Rights in Conflit-Affected Areas</a> appeared first on <a href="https://lisbonpubliclaw.pt">Lisbon Public Law</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ecodesigning the Future: Legal Frontiers in the EU’s Ecodesign for Sustainable Products Regulation</title>
		<link>https://lisbonpubliclaw.pt/publicacoes/ecodesigning-the-future-legal-frontiers-in-the-eus-ecodesign-for-sustainable-products-regulation/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 12:00:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esta edição especial analisa o Regulamento Ecodesign para Produtos Sustentáveis (ESPR) e o seu papel na promoção da transição da União Europeia para uma economia circular. Indo além da abordagem tradicional centrada na gestão de resíduos, o ESPR coloca a conceção sustentável dos produtos no centro da política ambiental da União Europeia, promovendo a durabilidade, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Esta edição especial analisa o Regulamento Ecodesign para Produtos Sustentáveis (ESPR) e o seu papel na promoção da transição da União Europeia para uma economia circular. Indo além da abordagem tradicional centrada na gestão de resíduos, o ESPR coloca a conceção sustentável dos produtos no centro da política ambiental da União Europeia, promovendo a durabilidade, a reparabilidade e a eficiência na utilização dos recursos ao longo de todo o ciclo de vida dos produtos. Os artigos reunidos nesta edição analisam os fundamentos jurídicos, os mecanismos regulatórios e as implicações práticas do Regulamento, oferecendo uma perspetiva crítica sobre um dos mais relevantes desenvolvimentos recentes do Direito Ambiental da União Europeia.</p>
<p>The post <a href="https://lisbonpubliclaw.pt/publicacoes/ecodesigning-the-future-legal-frontiers-in-the-eus-ecodesign-for-sustainable-products-regulation/">Ecodesigning the Future: Legal Frontiers in the EU’s Ecodesign for Sustainable Products Regulation</a> appeared first on <a href="https://lisbonpubliclaw.pt">Lisbon Public Law</a>.</p>
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