{"version":"1.0","provider_name":"Lisbon Public Law","provider_url":"https:\/\/lisbonpubliclaw.pt\/en","author_name":"Iara","author_url":"https:\/\/lisbonpubliclaw.pt\/en\/author\/iara\/","title":"Coment\u00e1rio \u00e0 Parte XVII Disposi\u00e7\u00f5es finais","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"P5hYPprLtA\"><a href=\"https:\/\/lisbonpubliclaw.pt\/en\/publicacoes\/comentario-a-parte-xvii-disposicoes-finais\/\">Coment\u00e1rio \u00e0 Parte XVII &#8211; Disposi\u00e7\u00f5es finais<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/lisbonpubliclaw.pt\/en\/publicacoes\/comentario-a-parte-xvii-disposicoes-finais\/embed\/#?secret=P5hYPprLtA\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;Coment\u00e1rio \u00e0 Parte XVII &#8211; Disposi\u00e7\u00f5es finais&#8221; &#8212; Lisbon Public Law\" data-secret=\"P5hYPprLtA\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script type=\"text\/javascript\">\n\/* <![CDATA[ *\/\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/lisbonpubliclaw.pt\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n\/* ]]> *\/\n<\/script>","thumbnail_url":"https:\/\/lisbonpubliclaw.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/comentariosconvencaonacoesunidas-e1702640994979.webp","thumbnail_width":616,"thumbnail_height":864,"description":"Os Coment\u00e1rios \u00e0 Conven\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Direito do Mar, que agora se apresenta ao p\u00fablico, s\u00e3o o resultado de um projecto de investiga\u00e7\u00e3o concebido e coordenado cientificamente por investigadores do IJP-Instituto Jur\u00eddico Portucalense da Universidade Portucalense-Infante D. Henrique, com o apoio da FCT, e realizado por estes e por um conjunto de investigadores de outras institui\u00e7\u00f5es de ensino superior e com outras afilia\u00e7\u00f5es, devidamente identificados nesta obra. Esta obra n\u00e3o \u00e9 um conjunto de anota\u00e7\u00f5es dos artigos da Conven\u00e7\u00e3o da ONU sobre o Direito do Mar, mas sim um estudo breve, e cientificamente fundamentado de cada uma das Partes com vista a oferecer uma vis\u00e3o global da Parte estudada. Com estes Coment\u00e1rios, ao que sabemos, a primeira obra com essa natureza a ser publicada em l\u00edngua portuguesa, pretendemos oferecer nesse idioma aos estudiosos do Direito do Mar um instrumento te\u00f3rico que permite, aos mais novos, iniciar o estudo desse direito, e aos mais versados nesse ramo do Direito Internacional P\u00fablico, o aprofundamento dos seus conhecimento atrav\u00e9s da vis\u00e3o cr\u00edtica e hol\u00edstica de cada uma das Partes dessa Conven\u00e7\u00e3o. Trata-se, portanto, de uma obra que interessa e se destina aos estudantes do Direito Internacional e aos estudiosos do Direito do Mar e que, por ser em l\u00edngua portuguesa, ter\u00e1 certamente acolhimento nos pa\u00edses lus\u00f3fonos."}