{"version":"1.0","provider_name":"Lisbon Public Law","provider_url":"https:\/\/lisbonpubliclaw.pt\/en","author_name":"Eva","author_url":"https:\/\/lisbonpubliclaw.pt\/en\/author\/eva\/","title":"Direito P\u00fablico e Investimento no Espa\u00e7o Mar\u00edtimo","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"LGTtnSWerb\"><a href=\"https:\/\/lisbonpubliclaw.pt\/en\/projetos\/direito-publico-e-investimento-no-espaco-maritimo\/\">Public Law and Investment in Maritime Space<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/lisbonpubliclaw.pt\/en\/projetos\/direito-publico-e-investimento-no-espaco-maritimo\/embed\/#?secret=LGTtnSWerb\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;Direito P\u00fablico e Investimento no Espa\u00e7o Mar\u00edtimo&#8221; &#8212; Lisbon Public Law\" data-secret=\"LGTtnSWerb\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script type=\"text\/javascript\">\n\/* <![CDATA[ *\/\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/lisbonpubliclaw.pt\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n\/* ]]> *\/\n<\/script>","description":"Nos \u00faltimos anos vimos assistindo em Portugal a um renovado interesse pelo mar, motivado por circunst\u00e2ncias v\u00e1rias, mas em particular por raz\u00f5es econ\u00f3micas. Pode dizer-se que o espa\u00e7o mar\u00edtimo constitui j\u00e1 hoje, na mentalidade comunit\u00e1rio-pol\u00edtica portuguesa, uma importante localiza\u00e7\u00e3o e contexto de actividade econ\u00f3mica e, portanto, de actividade jur\u00eddica. Em Portugal, a realidade mar\u00edtima tem sido tradicionalmente objecto de estudo pelos cultores do direito privado (Direito Mar\u00edtimo: contratos de transporte mar\u00edtimo, seguros, regime do navio, etc.) e pelos jusinternacionalistas (Direito do Mar: delimita\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os \/ fronteiras mar\u00edtimas, regime jur\u00eddico-internacional dos mesmos, etc.). O Direito Administrativo do Mar pretende tratar problemas jur\u00eddicos normalmente arredados daquelas disciplinas, designadamente, planeamento do espa\u00e7o mar\u00edtimo, e regime de utiliza\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o dos recursos nos v\u00e1rios espa\u00e7os mar\u00edtimos sujeitos a jurisdi\u00e7\u00e3o nacional (ou equiparada), em raz\u00e3o da sua caracteriza\u00e7\u00e3o como dom\u00ednio p\u00fablico (ou equivalente). O investimento em espa\u00e7os mar\u00edtimos carece de informa\u00e7\u00e3o a respeito destes aspectos, desde logo por raz\u00f5es de seguran\u00e7a jur\u00eddica: dado o car\u00e1cter por vezes avultado desses mesmos investimentos, poucos ser\u00e3o os que neles se aventurar\u00e3o sem conhecer o regime dos t\u00edtulos jur\u00eddicos de utiliza\u00e7\u00e3o \/ explora\u00e7\u00e3o (licen\u00e7as, autoriza\u00e7\u00f5es, concess\u00f5es) e o seu impacto econ\u00f3mico num balan\u00e7o custos \/ vantagens (ex.: prazos das concess\u00f5es, regimes de resolu\u00e7\u00e3o de lit\u00edgios, quadro fiscal, etc.). Neste sentido, pode dizer-se, em suma que: (i) a relev\u00e2ncia cient\u00edfica se encontra na autonomiza\u00e7\u00e3o progressiva de um ramo especial do Direito Administrativo, cuja estrutura, principiologia e relev\u00e2ncia pr\u00e1tica n\u00e3o mais pode ser desconsiderada pela investiga\u00e7\u00e3o de natureza universit\u00e1ria: (ii) a relev\u00e2ncia p\u00fablica pode sintetizar-se t\u00e3o simplesmente no seguinte: sem estudos desta natureza, n\u00e3o existir\u00e3o investimentos em espa\u00e7o mar\u00edtimo que n\u00e3o espor\u00e1dicos e, portanto, inexpressivos."}